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09/05/2005 -- EMBOLIZAÇÃO DA ARTÉRIA UTERINA PARA TRATAMENTO DO MIOMA UTERINO
O mioma uterino é um tumor benigno do tecido muscular e conjuntivo do útero e representa o tumor mais freqüente da pelve feminina, com prevalência de 30-40% ao redor dos 40 anos.
O mioma uterino pode provocar sintomas como alterações menstruais (hemorragias, podendo levar a anemia), dor pélvica, presença de tumoração no abdome e compressão de órgãos vizinhos.
O tratamento mais comum para esta doença é a histerectomia (retirada cirúrgica do útero).
A embolização da artéria uterina surge como um tratamento alternativo para as pacientes sintomáticas portadoras de mioma uterino e que não desejam operar.
A embolização é a oclusão de um vaso, visando diminuir o fluxo de sangue para um órgão ou parte deste. Este procedimento é realizado na sala de angiografia com cuidados rigorosos de assepsia e anti-sepsia. A anestesia pode ser local ou peridural e, então realizamos uma punção na região inguinal (virilha) para cateterizarmos a artéria femoral. Por esta artéria introduzimos um catéter, com o qual alcançaremos a artéria uterina, com o cateter em posição injetamos partículas (PVA) que ocluem a circulação tumoral.
O procedimento dura, em média, 40 minutos e o índice de complicação são muitos baixos.
O resultado desta modalidade de tratamento é satisfatório, havendo melhora dos sintomas em 90% dos casos e regressão dos miomas.
Este procedimento está indicado para as pacientes que tenham indicação de histerectomia, mas buscam uma opção não cirúrgica. Nem todas as pacientes são candidatas para o método, são de fundamental importância a avaliação e consentimento do ginecologista que a acompanha.
Assim sendo, o serviço de Radiologia Vascular e Intervencionista do Hospital Santa Isabel, aliando técnicas modernas e bons resultados, coloca à disposição do seu corpo clínico e de suas pacientes uma opção eficaz e minimamente invasiva de tratamento.
O mioma uterino é um tumor benigno do tecido muscular e conjuntivo do útero e representa o tumor mais freqüente da pelve feminina, com prevalência de 30-40% ao redor dos 40 anos.
O mioma uterino pode provocar sintomas como alterações menstruais (hemorragias, podendo levar a anemia), dor pélvica, presença de tumoração no abdome e compressão de órgãos vizinhos.
O tratamento mais comum para esta doença é a histerectomia (retirada cirúrgica do útero).
A embolização da artéria uterina surge como um tratamento alternativo para as pacientes sintomáticas portadoras de mioma uterino e que não desejam operar.
A embolização é a oclusão de um vaso, visando diminuir o fluxo de sangue para um órgão ou parte deste. Este procedimento é realizado na sala de angiografia com cuidados rigorosos de assepsia e anti-sepsia. A anestesia pode ser local ou peridural e, então realizamos uma punção na região inguinal (virilha) para cateterizarmos a artéria femoral. Por esta artéria introduzimos um catéter, com o qual alcançaremos a artéria uterina, com o cateter em posição injetamos partículas (PVA) que ocluem a circulação tumoral.
O procedimento dura, em média, 40 minutos e o índice de complicação são muitos baixos.
O resultado desta modalidade de tratamento é satisfatório, havendo melhora dos sintomas em 90% dos casos e regressão dos miomas.
Este procedimento está indicado para as pacientes que tenham indicação de histerectomia, mas buscam uma opção não cirúrgica. Nem todas as pacientes são candidatas para o método, são de fundamental importância a avaliação e consentimento do ginecologista que a acompanha.
Assim sendo, o serviço de Radiologia Vascular e Intervencionista do Hospital Santa Isabel, aliando técnicas modernas e bons resultados, coloca à disposição do seu corpo clínico e de suas pacientes uma opção eficaz e minimamente invasiva de tratamento.
O mioma uterino é um tumor benigno do tecido muscular e conjuntivo do útero e representa o tumor mais freqüente da pelve feminina, com prevalência de 30-40% ao redor dos 40 anos.
O mioma uterino pode provocar sintomas como alterações menstruais (hemorragias, podendo levar a anemia), dor pélvica, presença de tumoração no abdome e compressão de órgãos vizinhos.
O tratamento mais comum para esta doença é a histerectomia (retirada cirúrgica do útero).
A embolização da artéria uterina surge como um tratamento alternativo para as pacientes sintomáticas portadoras de mioma uterino e que não desejam operar.
A embolização é a oclusão de um vaso, visando diminuir o fluxo de sangue para um órgão ou parte deste. Este procedimento é realizado na sala de angiografia com cuidados rigorosos de assepsia e anti-sepsia. A anestesia pode ser local ou peridural e, então realizamos uma punção na região inguinal (virilha) para cateterizarmos a artéria femoral. Por esta artéria introduzimos um catéter, com o qual alcançaremos a artéria uterina, com o cateter em posição injetamos partículas (PVA) que ocluem a circulação tumoral.
O procedimento dura, em média, 40 minutos e o índice de complicação são muitos baixos.
O resultado desta modalidade de tratamento é satisfatório, havendo melhora dos sintomas em 90% dos casos e regressão dos miomas.
Este procedimento está indicado para as pacientes que tenham indicação de histerectomia, mas buscam uma opção não cirúrgica. Nem todas as pacientes são candidatas para o método, são de fundamental importância a avaliação e consentimento do ginecologista que a acompanha.
Assim sendo, o serviço de Radiologia Vascular e Intervencionista do Hospital Santa Isabel, aliando técnicas modernas e bons resultados, coloca à disposição do seu corpo clínico e de suas pacientes uma opção eficaz e minimamente invasiva de tratamento.

Dr.Álvaro Razuk
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