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Hospital Santa Isabel é referência em tratamento renal

Com um dos equipamentos mais modernos do Brasil para tratamento não-invasivo de cálculos renais, Hospital da Santa Casa é referência em doença que atinge um terço da população mundial
 

 

O Hospital Santa Isabel, da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, inaugurou na recém-reformada unidade Veridiana a Unidade de Litotripsia Extracorpórea. O tratamento, conhecido como LECO elimina cálculos renais entre meio centímetro e dois centímetros e meio através de ondas eletromagnéticas, sem a necessidade de cirurgia. “A LECO cria uma onda eletromagnética numa bolha de água, dentro da ogiva do equipamento, essa onda, por ter sido gerada na água, atravessa o tecido, os órgãos e até mesmo os ossos, pois também são constituídos de líquido e, ao encontrar a pedra renal, que não tem água em sua composição, causa um impacto que desfragmenta o cálculo e permite sua eliminação pela urina”, explicou o Urologista do Hospital Santa Isabel, Dr. Celso de Oliveira.

A Unidade de Litotripsia do Hospital Santa Isabel conta com um equipamento importado da Alemanha e é um dos mais modernos do mercado. Além da pulverização dos cálculos, ele permite, caso haja a necessidade, a colocação de um cateter interno entre a bexiga e o rim, que facilita a eliminação das partículas da pedra.

 

Para tratar exclusivamente cálculos renais, a Unidade de Litotripsia do Santa Isabel conta com Sala de Exames, Sala de Comando e Área de Repouso. O tratamento é rápido e eficaz e, em vantagem a outros tratamentos invasivos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia: “Um terço da população mundial sofre de cálculos renais. O perfil desse doente é geralmente de pessoas entre 20 e 40 anos, ou seja, pessoas extremamente ativas e que trabalham. A vantagem da LECO é que o paciente faz o procedimento e é liberado no mesmo dia e pode voltar às suas atividades normalmente no dia posterior”, explicou Dr. Oliveira.

Dr. Oliveira também falou sobre alguns comentários de supostos malefícios desse tratamento: “Algumas pessoas dizem que é um tratamento que, a longo prazo faz mal, porém isso não é verdade, todos os estudos até hoje desmentem essa teoria. Em todo caso, não deve se cometer exageros. As seções de LECO são como um antibiótico que o médico receita, se tomado em excesso, faz mal. Fazemos no máximo três seções no paciente, caso não resolva, a pedra é retirada de outra maneira”.

 

Após a seção de LECO, o paciente é liberado e não precisa da intervenção de medicamentos, a não ser que a eliminação dos fragmentos causem dor, porém como a pedra é pulverizada em pedaços muito pequenos, não costuma doer. É recomendado a ingestão de líquidos e alimentação equilibrada para evitar cálculos renais, quem ingere muito cálcio, como leite, queijo e derivados está mais propenso a apresentar pedra nos rins, em todo caso, não há um método de total eficácia para a prevenção da doença.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Hospital Santa Isabel

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